

Há algumas semanas que os comentários sobre a gravação do esquadrão da moda com a cantora Stéfhany circulavam pela internet.
Stefhany saiu de um vídeo no You Tube cantado versão de uma música internacional para participação em programas de TV e em shows de artistas famosos.
Ela sempre deixou claro que sua mãe era como sua “estilista”, aquela que costurava e bordava as suas roupas de show.
Ontem foi ao ar sua participação no programa. E infelismente eu só consegui ver o finalzinho. E o engraçado que eu vi justamente a parte em que um dos apresentadores pergunta a ela: “Você está feliz?” E ela prontamente responde: “Não”.
Analisando a moda como um elemento do cotidiano das pessoas, fica claro que ninguém consegue mudar a essencia de ninguém. Pois quando a gente se veste, seja de forma “glamourosa”, ou mais “básica” ou até mesmo mais “ousada” a gente quer passar alguma mensagem às pessoas que nos veem. Como a própria Stéfhany, que não sabia o que ela queria dizer com um dos looks gongados pelos apresentadores, as pessoas também não têm essa idéia clara na cabeça. Pois as mensagens passadas com a maneira de se vestir, não são simples. São elementos, valores, vivências e principalmente experiências vividas. Ontem, o programa mostrou claramente que não importa o que é tachado de “brega” ou chic “, a gente veste o que a gente é, ou vice-versa.